quarta-feira, 25 de abril de 2012

DESCER DEGRAUS É ASSUSTADOR E MARAVILHOSO
“Encarar o desafio que Deus tem para você e confiar no que Ele pode fazer é algo assustador e maravilhoso” disse André Botelho, da Mocidade para Cristo(MPC).É assustador porque temos que deixar a nossa zona de conforto e nos aproximar das pessoas que pretendemos alcançar e é maravilhoso por ser recompensador, porque ver alguém ser restaurado por meio da sua vida te tira do lugar-comum, da mediocridade.


Deus tem um desafio para todos nós, algo assustador e maravilhoso para cada um que quer experimentar dEle. Quando Jesus veio ao mundo, foi para encarar o desafio que Deus tinha proposto. Para isso, Cristo teve que descer muitos degraus e sair do seu trono de glória, do seu lugar confortável para se tornar homem, viver e morrer da maneira como o fez.



O propósito de Deus para nós não é diferente. Para conquistar os desafios e alcançar pessoas, também é preciso descer degraus. Temos que sair da nossa posição de conforto e ir até onde estão os que Ele deseja buscar, confiando queEle fará maravilhas se nós fizermos a nossa parte.



Descer esta escada pode significar muitas coisas, desde sair do seu país para assistir pessoas do outro lado do mundo, até olhar para o lado e ajudar um irmão que você conhece há muito tempo e está lutando para se reerguer, ao invés de criticá-lo por seus erros. As possibilidades são muitas, mas é certo que não há ninguém que consiga olhar ao redor e não ver degraus, pois eles estão por toda parte.



Olhar escada abaixo pode ser assustador, mas vencer este desafio é certamente maravilhoso. E já que somos discípulos, devemos fazer como o nosso mestre fez e descer os degraus rumo aos que estão precisando da nossa ajuda.



Se Jesus não tivesse saído do seu trono de glória para vir a este mundo, não teríamos a nossa salvação e, agora que você foi alcançado pela bondade dEle em descer até onde você estava, sua função é fazer o mesmo por quem pode estar nesse momento lá embaixo esperando por você. 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012


VOCÊ ENTENDE JOÃO 3:16?

Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.
Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas. Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. "Está perdido, filho?" O garoto meneou a cabeça. "Só estou pensando onde vou passar a noite hoje... normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível.. O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?"
O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo. "Se você descer por esta rua", disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, "lá embaixo vai encontrar um casarão branco, chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga 'João 3:16'.
Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta. Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa."João 3:16", disse ele, sem entender direito."Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga, bem ao lado de um velho fogão de lenha acesso. "Sente-se, filho, e espere um instantinho, tá?" O garoto se sentou e, enquanto observava a velha e bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo:"João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que aquece a um garoto com frio".
Pouco tempo depois a mulher voltou. "Você está com fome?", perguntou ela. "Estou um pouquinho, sim... há dois dias não como nada e meu estômago já começa a roncar..." A mulher então o levou até a sala de jantar,onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não agüentar mais. Então ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto".
Depois a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente. O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo. Cerca de meia hora depois a velha e bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado".
No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável. "Você entende João 3:16, filho?" "Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite... um policial que falou...".
Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro".Eu tenho de confessar uma coisa, eu também não entendo como Deus pôde mandar Seu Filho para morrer por nós e também não entendo como Jesus concordou com tal coisa. Eu não compreendo a agonia do Pai e de todos os anjos no Céu enquanto viam Jesus sofrer e morrer por nós. Eu não entendo esse imenso amor que Jesus teve por nós, ao ponto de ser crucificado na cruz. Eu não entendo muito bem, mas estou certo que isso faz a vida valer a pena!!!
Pois Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu único Filho para que todo aquele que n'Ele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16).

QUAL MOCIDADE NÓS NOS TORNAMOS???



Recordo-me com muita clareza da nossa época de adolescentes, de garotos e garotas que estavam sempre juntos, que fizeram muitas coisas… Lembro de tantos passeios (zoológico, parque das mangabeiras, sítios, festas, vigílias,sessão cinema, ida as sorveterias,pizzarias, coreografias,teatros, os ensaios do conjunto, as musicas que escolhíamos para cantar,acampamentos, idas e vindas na casa dos  irmãos, retiros e mais retiros, conversas e risadas na porta  da Igreja, batismos e profissões de fé… Nossa! Como temos momentos e lugares inesquecíveis! Uma época em que, em sua maioria, passávamos os finais de semana reunidos.
Claro que também lembro que tivemos muitos problemas, muitas discussões, muitas brigas até… Não éramos, de forma alguma, pré-adolescentes, adolescentes e até jovens perfeitinhos… Tínhamos também aqueles grupinhos, panelinhas por amizade; afinidade; idade; popularidade e tantos outros “ades” da vida… Mas, a maior parte do que éramos me deixa uma enorme saudade! Entretanto, hoje, me vejo com aquela questão ali de cima na cabeça: Qual Mocidade nós nos tornamos? E, quando digo Mocidade me refiro não só ao departamento, mas a nós jovens, homens e mulheres. Penso no individual e no coletivo, acho que os dois dialogam e se completam.
Esse título/pergunta é para vocês que também partilham minhas recordações. É para vocês que podiam não ser tão enturmados, por timidez ou qualquer outro motivo, mas que estavam por ali… É para vocês que chegaram recentemente e podem não ter passado alguns ou todos aqueles momentos… Essa pergunta é para aqueles que estão perto e é para aqueles que estão longe“Quero trazer a memória o que me pode dar esperança”. Lamentações 3:21.
Pode até parecer um pouco de saudosismo, nostalgia, angústia e desabafo. Na verdade, pode ser tudo isso junto e mais tantos outros sentimentos. Só sei que esta pergunta tem me sondado: QUAL MOCIDADE NÓS NOS TORNAMOS?
Hoje, o que vemos são bancos, corredores vazios. Vemos programação e atividades desmarcadas por falta de pessoal ou por diversas razões. Vemos falta de entrosamento e não queremos assumir responsabilidades… Não estou dizendo com isso que a quantidade sobrepõe a qualidade. Até porque acredito no versículo 20 de Mateus 18: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. Mas, vemos hoje uma Mocidade que não tem tido tempo para as coisas de Deus.
Bom, a falta de tempo pode ser uma questão complicada; no entanto, pode ser a solução ou a resposta perfeita que temos escolhido. Acho que uma das respostas àquela pergunta pode ser esta então: TORNAMO-NOS UMA MOCIDADE SEM TEMPO. Homens e mulheres atarefados pela correria da vida de hoje. Isso! Muitos de nós vamos encontrar nesta reposta a saída ideal. Fazemos faculdade, estagiamos, trabalhamos, estudamos, fazemos cursos,temos atividades da casa para fazer (isso as jovens casadas), fazemos viagens, … E uma série de outras atividades que consomem quase que nosso tempo integral. Ai, o que sobra, precisamos usar para descansar, sair para outros lugares, ficar com os amigos, namorar; enfim, aproveitar nossa vida. Afinal, somos jovens! E, para tornar essa justificativa mais coesa e consistente, podemos acoplar outras questões como a falta de motivação e atração das “coisas de Deus e da Igreja”. Pronto! Agora se aquela insistente pergunta aparecer de novo, alguns podem responder rapidamente que não temos tempo…
A verdade é que não sei qual a resposta certa de que Mocidade  somos hoje. Mas idealizo qual Mocidade deveríamos ser. Deveríamos ser jovens missionários; comprometidos na transmissão do Evangelho e com a salvação de almas; que exalam o perfume de Cristo; que tem ousadia, coragem e força pela graça de Deus; que assumam responsabilidades; que vivam por Cristo e que, se preciso for, morram (literalmente) pela Verdade.
Que não nos esqueçamos das palavras de Jesus relatadas em Mateus 24: 12-13, “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, será salvo”. Precisamos voltar ao Primeiro Amor, precisamos voltar a Deus.
Não sei qual resposta você deu ao ler tantas vezes aquela pergunta. Talvez você não tenha tido tempo de pensar ainda.

 Fonte: Extraído e adaptado do site da UMP